Você tem uma padaria e precisa trocar seus equipamentos?

24 07 2011

Tenho em excelente estado todos os equipamentos para uma padaria. Excelente estado de conservação, pois todos tem no máximo 6 meses de uso.
Forno industrial -> Você pode assar as maiores obras de arte feitas antes, dentro deste equipamento à gás.
Freezer para refrigerante -> Com uma capacidade de armazenamento, todos os refrigerantes aqui estarão bem geladinhos e os clientes não vão reclamar de jeito nenhum.
Freezer balcão seco -> Leite, frios, tudo em frios podem ser armazenados aqui.

E mais…
Balcão frio
Balcão caixa
Armario para pão
Balança
Estufa 10 pratos
Fritadeira eletrica
2 Mesa redonda com 4 banquetas

Vamos ao que interessa, R$ 7.000,00 por todos os itens abaixo;
Interessado? Ligue: (48) 8442-5673





O que há com os motoqueiros de Floripa?

27 04 2011

Primeiramente quero deixar claro que não é nada pessoal, mas acredito que está faltando um pouco mais de visão do poder público e da própria PRF intensificar a fiscalização.

Todas as manhãs, quando me dirigo ao trabalho no centro de florianópolis, tenho que embarcar em duas vias que estão saturadas pelo trânsito, a BR 101 e a Via-Expressa. Quando você está no meio dela, surge um “MAR” de motoqueiros (entenda: Motoqueiro não é motoclista e motociclista não é motoqueiro, pois o motociclista respeita os demais motoristas e as leis de trânsito), e estes pobres coitados, suicídas, estão pondo em risco a vida das pessoas.

Sinceramente, gostaria de tranquilidade pra poder trabalhar, mas tenho pena desses pobres coitados e vejo todos os dias os montes de amigos que caem na besteira de fazerem “proezas” e andarem a 80km no “corredor”.

TO PENSANDO EM VENDER MINHA MOTO.





Faça sua empresa acontecer no Facebook

23 07 2010

Fonte: IDG Now!
Por Tony Bradley, da PC World/EUA

Meio bilhão de pessoas não podem ser ignoradas, muito menos nos negócios. Ter uma página na maior rede social do mundo é um começo.

Sua empresa não pode ficar de fora do Facebook. A rede social tem agora mais de meio bilhão de usuários – e isso apesar das brigas motivadas por questões de privacidade e de uma pesquisa recente que sugere que a satisfação do consumidor, no site, é decepcionante. Eis algumas dicas para quem deseja trazer à sua empresa uma audiência de meio bilhão de clientes em potencial.

1:: Monte sua página
O primeiro passo é montar uma página. Elas já foram conhecidas como Página de Fãs, e aqueles que a seguiam tinham de escolher ser um “fã”. Mas o Facebook mudou seu nome simplesmente para Páginas, e os membros podem agora apenas “gostar” da página em vez de se declararem “fãs”.

Foi uma boa medida. Tornar-se fã de um produto ou serviço intimidava alguns usuários, que viam na ação um comprometimento exagerado em se tratando de empresas. No entanto, a maioria dos usuários não tem nada contra compartilhar os produtos e serviços de que gosta.

Esses passos podem mudar, mas por enquanto você pode encontrar Ads e Pages clicando no link “More” em algum lugar no meio do painel esquerdo presente na página principal (Home) do Facebook. Quando o painel for expandido, clique em “Ads and Pages” e, depois, em “+ Create Page”.

Você pode criar uma página no Facebook para uma empresa, marca ou produto específicos oferecidos por seu negócio. Você também pode montar uma página para um artista, banda ou personalidade pública, ou usar a página para promover uma causa.

Escolha o tipo de página que quer criar, e dê a ela um nome. Marque a caixa indicando que você tem autoridade para representar a pessoa, negócio, marca ou produto para o qual está criando a página. Clique em “Create Official Page” – você acaba de marcar presença no Facebook.

Com a página criada, você vai precisar configurá-la e personalizá-la. Acrescente uma foto ou logotipo, bem como informações básicas sobre o produto, negócio ou marca que quer promover. Nesse ponto, você precisa fazer com que outros usuários do Facebook “gostem” da página e começar a formar uma audiência.

2:: Atraia clientes
A primeira coisa que o Facebook sugere é que você convide todos os seus amigos da rede social para “gostar” de sua página. Não há nada de errado com isso, mas lembre-se de que provavelmente seus amigos já conhecem sua empresa, seus produtos e serviços, e que – pelo menos como uma ferramenta de Marketing e de relações com clientes – há provavelmente pouco valor em ter apenas amigos visitando a página.

Uma das principais vantagens das páginas do Facebook é que elas permitem interagir com membros do Facebook sem que eles precisem se conectar com seu círculo íntimo de amigos. Experimente um ou mais widgets Social Plugins disponíveis no Facebook. Você poderá usá-los no site da empresa ou divulgar, em blog, a existência da página do Facebook.

Você também deveria acrescentar um link para a página do Facebook em sua assinatura padrão de e-mail, e arranjar a publicação cruzada com o Twitter – tanto para promover a existência da página no Facebook como para divulgar conteúdos cruzados que aparecerão ao mesmo tempo no Facebook e no Twitter.

Se tiver verba e quiser apostar numa abordagem mais agressiva, você poderá comprar um anúncio no Facebook para promover a existência da página.

3:: Promova o engajamento
Não há muito sentido no esforço de criar uma página no Facebook e atrair uma audiência se você não se empenha para promover o engajamento dos consumidores. Agora que já construiu uma audiência para sua página no Facebook, você tem de dar a essa audiência uma razão convincente para visitá-la.

As regras para as páginas do Facebook são semelhantes às regras para construir de forma efetiva uma audiência para um blog. Certifique-se que você está adicionando conteúdo regularmente – de preferência, ao menos diariamente. Você precisa fornecer uma razão para a audiência voltar à sua página e ver o que há de novo.

Tão importante quanto a frequência é o conteúdo dos posts. Consumidores querem informação e envolvimento, não ser assediados. Tudo bem citar seus produtos e serviços quando eles forem relevantes, mas não use o Facebook simplesmente como uma plataforma de divulgação.

Você pode publicar notícias ou histórias relacionadas a seu negócio e fornecer comentários e insights únicos. Você também pode usar a página no Facebook para fornecer dicas, truques ou conteúdo informativo. Em vez de simplesmente falar para a audiência, tente incitar comentários e feedbacks dos membros, para cultivar um sentimento de comunidade entre os consumidores.

O Facebook representa uma enorme oportunidade de divulgar sua empresa e promover seus produtos e serviços. Tenha a certeza de tirar proveito dessa imensa massa de audiência que o Facebook tem a oferecer.

* Matéria originalmente publicada no IDG Now!, em 23.07.2010





A Reputação Corporativa e o Novo Marketing

15 07 2010

por Daniel Domeneghetti

A Reputação Corporativa, certamente, assumirá papel central no tsunami estrutural que irá inovar o Marketing como Área ou Departamento.

Não é exagero afirmar, hoje, que as empresas estão forçadas a administrar sua “Conta Corrente Diária de Reputação” (institucional e de suas marcas), que se torna negativa ou positiva em função da resultante da somatória de opiniões, análises, percepções e expectativas que os diversos stakeholders da empresa, geradores de mídia, constroem e reverberam de forma global e instantânea no universo móvel, colaborativo e multicanal parametrizado pela chamada Web Social ou 2.0, sua blogosfera, Sites de Buscas, Redes e Comunidades, Celulares e Smartphones habilitados nas redes, além, é claro, de seu efeito de replicação imediato nas mídias tradicionais, como TV e rádio.

Gerenciar esta conta corrente não é tarefa fácil, assim como não é missão das mais tranqüilas interagir com qualidade e valor com os diversos stakeholders corporativos. Definitivamente as empresas não estão preparadas para isso, seja por conta de mind-set e valores estratégicos corporativos desatualizados, seja por conta de um chassis de processos, sistemas e arquitetura organizacional desajustado do novo ecossistema em que competem.

Entretanto, gerenciar essa conta corrente da Reputação e transformá-la em resultados superiores (vender produtos melhores que os concorrentes para clientes mais fiéis, gerando mais valor ao acionista e market-share para empresa) é tarefa do Novo MKT – O MKT de Contexto, que, em nossa visão, será pautado por 6 pilares estratégicos, somados aos tradicionais conceitos “Ps” historicamente associados ao Marketing. Estes 6 pilares são:

Ao assumir esta postura Customer Centric, as empresas certamente passarão por redefinições de estratégia e convocatórias em seu Marketing.

A equação do Novo Marketing, o MKT rachado pela inovação imposta pelo “mundo exterior”, o MKT/2 é:

MKT de Contexto = MKTReputação X MKTRelacionamento.

Esta equação imporá novas estruturas organizacionais e funcionais, além de novas atribuições, skills, abordagens e métricas específicas.

Esse modelo presume que todas as iniciativas, ferramentas e projetos de marketing sejam organizados estrategicamente, orçamentariamente e em termos de gestão em um nível superior ligado diretamente do centro decisório da empresa, responsáveis por coordenar as duas vertentes distintas e complementares do Novo MKT: o MKTReputação, centrado no branding, organizado em torno da relação dos diversos stakeholders com os atributos e valores das marcas corporativas e de produtos da empresa e o MKTRelacionamento, centrado no suporte a vendas, ligado, em toda extensão do Customer Life Cycle, aos diversos Clusters de Clientes e aos Produtos e Serviços da empresa, que consomem ou podem vir a consumir.

Assim, com o futuro “Diretor” de Reputação ficam atribuições e práticas como Comunicação Corporativa, Branding, Relacionamento com Stakeholders, Patrocínios, Eventos, MKT Cultural, Social, Esportiva, MKT de Causas, etc. Já com o futuro “Diretor de Relacionamento” ficam Propaganda, Promoção, Pré-Venda, Suporte, Pós-Venda, CRM, Call Center, MKT Direto, etc, mesmo que este “Diretor” seja um único “Diretor ou VP”, mas com 2 estruturas apartadas em metas, modelo de gestão e indicadores de performance e valor.

Como todo modelo propositivo, esta estrutura não é definitiva, nem tampouco estática. E cada empresa deve adequar estes conceitos à sua estratégia, setor de atuação, dinâmica de mercados, nível de concorrência e perfil de clientes.

Em nossa visão, uma nova era começa para o Marketing.

Cabe a cada CEO e cada Executivo de Marketing (VP, Diretor, CMO) analisar seus respectivos cenários e tomar suas decisões, acreditando ou não neste cenário que propomos. De qualquer forma, fica o compromisso: em uns 3 anos conversamos novamente… e medimos o quão acertadas foram nossas análises aqui propostas.





Agradecimento

14 07 2010

Quero agradecer aqui o excelente número de acessos que tenho obtido, acredito que seja pelo conteúdo relevante. Quero colocar mais de minha pessoa aqui, estou pensando em escrever uma biografia, ainda está no papel, talvez saia um dia.

Como tenho acessos do exterior, vou criar uma página em Inglês, facilitando assim a leitura desse povo.

Ah estou de e-mail novo, koliveira@r7.com, este vocês podem inundar de e-mails, pois o hotmail ainda acho lento em alguns aspectos, mas vai melhorar, eu acho!!?

Beijos

Pra meditar: Continuar a fazer as coisas como sempre foram feitas e esperar que os resultados sejam significativamente diferentes é uma boa definição de insanidade.Albert Einstein





Futuro da propaganda está na simplicidade

6 07 2010

A revolução digital mudou a forma como as informações são absorvidas. Por isso, contar boas histórias nunca foi tão importante como agora

Fonte: Estadão
Por Marili Ribeiro

Na semana passada, o miniblog Twitter anunciou que atingiu a marca de 15 bilhões de mensagens emitidas. A rede social Facebook chegou, há algumas semanas, aos 500 milhões de usuários. As estatísticas só refletem uma mudança na forma com as pessoas absorvem informações.

Apesar dessa revolução digital, no mundo real os consumidores continuam com suas rotinas e tarefas comuns. Casar essas realidades tem sido a preocupação dos profissionais de publicidade. Contar boas histórias nunca foi tão importante como agora. Durante o Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que reuniu há duas semanas a nata mundial do setor, a presença de profissionais do meio não se limitou a torcer por Leões para as suas agências e clientes, e nem à presença em palestras, seminários e workshops.

Nos corredores, o futuro da atividade foi o assunto entre muitos deles. “Há três anos, todas as palestras batiam na tecla da morte dos meios tradicionais de se fazer propaganda, como os comerciais de tevê, que sucumbiriam à era digital”, diz João Livi, diretor de criação da agência Talent. “Entendo que era um discurso necessário. Mudanças de comportamento, porém, não são assim tão rápidas.”

Embora haja um reconhecimento de que comunicação bem-sucedida é a que consegue se esparramar pelos diferentes meios de comunicação, há consenso de que o uso da tecnologia atingiu um patamar até pelo excesso de oferta. “Se não prendermos a atenção do consumidor nos 6.5 segundos iniciais ? independentemente da mídia ?, perdemos a capacidade de vender a marca”, avalia Adilson Xavier, presidente da Giovanni+DraftFCB.

Para Xavier, mais do que nunca, o sucesso da propaganda está na simplicidade da mensagem, mas sem que ela seja simplista, até porque o consumidor ficou mais exigente. Não adianta mais sair anunciando qualidades de um produto se o consumidor pode questioná-las na rede social. Quem trabalha com a ponta da criação não tem dúvidas de que o mundo da comunicação entrou na era da “humanização tecnológica”. Isso significa fazer campanhas sintonizadas com o mundo digital, mas que contem boas histórias.

O festival de Cannes vem apontando esse caminho no seu prêmio máximo, o Titanium & Integrated Lions. Nas últimas edições, as peças premiadas na categoria eram ideias simples e mobilizadoras. Este ano, o Titanium ficou para a rede varejista americana Best Buy. Seu time de vendedores foi para o Twitter responder dúvidas de consumidores. Além de usar o recurso do miniblog, a rede colocou no ar um comercial convencional para divulgar o site da empresa e o endereço no Twitter.

É uma campanha que busca cativar o consumidor com uma prestação de serviço e não apenas bradando que a empresa tem o melhor preço da praça. “O consumidor é quem vai atrás de informação quando quer comprar, porque a era digital lhe conferiu poderes”, diz Barry Wacksman, vice-presidente da agência americana R/GA, uma butique de criação americana que acaba de abrir escritório no Brasil.

* Matéria originalmente publicada no Estadão em 05.07.2010





Classe D é a bola da vez

17 06 2010

Depois de todas as atenções voltadas para a classe C, chega a hora da classe D. Com R$ 381 bilhões para gastar em 2010 e expectativa de que a massa de renda ultrapasse a da classe B ainda este ano, é na D que o mercado encontra novos consumidores. Com o perfil de consumo diferente de todas as outras classes sociais, já que não pode arriscar e precisa fazer o orçamento render, as famílias da base da pirâmide aparecem como um desafio para o mercado, mas podem ser uma grande oportunidade para as empresas que conseguirem entendê-las.

Com uma cesta de produtos ainda reduzida, se comparada ao consumo das outras classes, esses consumidores estão em ascensão. O número de categorias consumidas passou de 21, em 2002, para 34, em 2009, segundo o estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular e obtida com exclusividade pelo Mundo do Marketing. Entre os produtos que entraram para a lista de compras recentemente estão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme de cabelo e amaciante de roupa. Esse número tende a crescer e não se limita ao consumo de massa.

Em 2010, estes consumidores pretendem adquirir computador, geladeira, moto, carro e viagens de avião. O segredo para vender para eles está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Saem na frente as marcas que apoiarem este consumidor no momento em que ele ingressa no mercado de consumo.

“O consumidor de classe D está sendo apresentado agora ao universo das marcas. Aquelas que souberem ensiná-lo que marca não é apenas status, mas que funciona como avalista de qualidade de um produto, tendem a ter a fidelidade desse público”, aponta Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.

/Paulo MúmiaVenda deve ser assistida
Marcas que usem embalagem ou material de comunicação para orientar estes consumidores estão no caminho certo. A venda deve ser assistida, o que faz com que o papel do autoserviço seja menor na classe D, que prefere comprar em feira livre, no varejo tradicional ou com um vendedor porta a porta, para que receba explicações sobre a melhor maneira de usar o produto.

As categorias que pretendem conquistar o consumidor da base da pirâmide devem investir em embalagens e quantidades de menor desembolso, que deixem o consumidor seguro para arriscar e experimentar novos produtos. Já aquelas que estão consolidadas e são de presença contínua no dia a dia podem apostar em embalagens tamanho família, que tendem a ser mais econômicas.

Para as marcas de consumo de massa, a classe D é o segmento em que as chances de faturamento são maiores. “É um mercado muito grande, o que para os bens de consumo de massa é fundamental. Tem muito mais gente na classe D do que na A e na B”, conta Meirelles (foto). Atualmente, são 71,3 milhões de pessoas que recebem até três salários mínimos. Até novembro de 2009, 30% da classe D havia migrado para a C, enquanto 55% mantiveram a mesma posição e apenas 15% caiu para a E. “O que a classe C for crescer virá da classe D, eles são os emergentes dos emergentes”, explica Meirelles.

Mulheres respondem por 43% do orçamento
Programas como o Bolsa Família são algum dos responsáveis por impulsionar o consumo entre essas famílias. Outro fator importante é o aumento do salário mínimo. O último reajuste, por exemplo, colocou R$ 27 bilhões na economia. Serviços educacionais, produtos de higiene e beleza e itens de informática são interesses que se destacam por serem vistos como um meio para aumentar o orçamento familiar.

De acordo com a pesquisa do Datafolha/ Data Popular, 25% dos entrevistados pretendem matricular seus filhos em escolas particulares. Atualmente, das 5,5 milhões de crianças de até 14 anos que estudam em colégios privados, 19,1% pertencem à classe D. Já o computador aparece como um dos principais bens a serem consumidos este ano, com 33% das intenções de compras. A beleza também é vista como um investimento para se destacar no mercado de trabalho.

Isso inclui as mulheres, que já chefiam 32% das famílias de classe D e respondem por 43% do total de rendimento. “A beleza é importante, pois elas tendem a ganhar mais dinheiro quando se apresentam melhor. A busca pela vaidade está relacionada ao resgate da autoestima, mas também é um investimento para se dar melhor no mercado de trabalho”, explica o Sócio-diretor do Data Popular.

Investir na classe D pensando no futuro
Na hora de se comunicar com este consumidor, a televisão ainda é o principal canal, mas não se pode negar o crescimento da penetração da internet neste grupo. “Este consumidor ainda é medroso para a compra on-line e o cartão de crédito é algo recente, mas a internet como fonte de pesquisa de preço já é um fato”, acredita Meirelles.

Com a consolidação da classe C e a ascensão da D, encontrar a forma ideal para se comunicar com este consumidor é o caminho para o sucesso das marcas que toparem o desafio. “Quem foi pioneiro olhando para a classe C olhe para a classe D. Eles são mais jovens e farão parte do mercado consumidor por mais tempo. Investir no futuro é investir na classe D, seja porque ela migrará para a classe C, ou porque tem mais a conquistar, já que a cesta de produtos é menor. As marcas que entenderem essa oportunidade têm grande chance de serem líderes de mercado no futuro”, aconselha do Sócio-diretor do Data Popular.








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